Oscar 2018 – os selecionados para a disputa do prêmio de melhor filme estrangeiro

A academia acaba de anunciar a lista dos nove filmes que seguem na disputa do Oscar de melhor filme estrangeiro.

Chile, “A Fantastic Woman,” Sebastián Lelio, diretor;

Alemanha, “In the Fade,” Fatih Akin, diretor;

Hungria, “On Body and Soul,” Ildikó Enyedi, diretor;

Israel, “Foxtrot,” Samuel Maoz, diretor;

Líbano, “The Insult,” Ziad Doueiri, diretor;

Rússia, “Loveless,” Andrey Zvyagintsev, director;

Senegal, “Félicité,” Alain Gomis, diretor;

África do Sul, “The Wound,” John Trengove, diretor;

Suécia, “The Square,” Ruben Östlund, diretor.

 

A lista foi a mais previsível dos últimos cinco anos. Os favoritos (Alemanha, Chile, Israel, Rússia e Suécia) avançaram. Não houve, portanto, nenhuma surpresa. A complementação da lista segue um padrão interessante. Mais uma vez a Academia abre espaço para o forte cinema húngaro, que ganha prestígio desde o começo do século. O selecionado do Líbano aparecia como tendência por conta de sua ótima estreia em Nova York e em Los Angeles. Os nomeados de Senegal e África do Sul seriam, ao meu ver, seleções do comitê para equilíbrio da lista (foram justamente os dois longas que ainda não tive acesso).

E o Brasil? Bem, nosso comitê de seleção é amador. Bingo pode ser um filme ótimo para o mercado nacional, mas jamais deveria ser apontado para representar o país em uma disputa deste nível. Enquanto a banca de seleção não entender a metodologia de escolha da pré lista, vamos passar anos e anos longe do sonhado Oscar.

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